Meu coração, sem direção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão me guiar
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração
Hoje eu sei, eu te amei
No vento de um temporal
Mas fui mais, muito além
Do tempo do vendaval
´
Nos desejos
Num beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração
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sábado, 19 de março de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Tema para Bernardo Sassetti
A caminho da essência eu verifico a cadencia
Da matéria que se mostra mim livre de regência
Mato a dor de sentir demais, de amar demais, de pisar demais
Em convenções fundamentais
Encho a cabeça mas não há carga nos contentores
Digo olá aos meus amores, bem-vindas novas cores
Da utopia eu crio filosofia todo o dia quando a apatia
Senta no meu colo e arrelia
Eu faço a liturgia da verdadeira alegria
Musica nos meus ouvidos agua benta em benta pia
A caminho com prudência eu não esqueço a violência
Que levou alguns dos melhores da minha existência
Mata a saudade de curtir demais,de tirar demais, de pisar demais
Em convenções fundamentais
Eu uso o tacto pra trazer a agua da minha fonte
Hoje em dia nem sequer preciso atravessar a ponte
Tenho a palavra escrita a tinta negra na minha pele
Menina dos meus olhos, doce como o mel
Palavra puxa palavra põe-me disponível pra amar
Tudo aquilo que me seja sensível
E não são poucos aqueles que eu quero sem sequer os poder ver
Foi tanto o que me deram para nunca mais esquecer
Palavra de honra, guardo a palavra no meu bolso
Na parede, no conforto de uma cama de rede
Palavra de honra
Da matéria que se mostra mim livre de regência
Mato a dor de sentir demais, de amar demais, de pisar demais
Em convenções fundamentais
Encho a cabeça mas não há carga nos contentores
Digo olá aos meus amores, bem-vindas novas cores
Da utopia eu crio filosofia todo o dia quando a apatia
Senta no meu colo e arrelia
Eu faço a liturgia da verdadeira alegria
Musica nos meus ouvidos agua benta em benta pia
A caminho com prudência eu não esqueço a violência
Que levou alguns dos melhores da minha existência
Mata a saudade de curtir demais,de tirar demais, de pisar demais
Em convenções fundamentais
Eu uso o tacto pra trazer a agua da minha fonte
Hoje em dia nem sequer preciso atravessar a ponte
Tenho a palavra escrita a tinta negra na minha pele
Menina dos meus olhos, doce como o mel
Palavra puxa palavra põe-me disponível pra amar
Tudo aquilo que me seja sensível
E não são poucos aqueles que eu quero sem sequer os poder ver
Foi tanto o que me deram para nunca mais esquecer
Palavra de honra, guardo a palavra no meu bolso
Na parede, no conforto de uma cama de rede
Palavra de honra
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Faith No More
O melhor concerto deste Verão! Posso dizê-lo sem qualquer problema, estive lá, vi-os e ouvi-os. Lá bem à frente, vi o grande Mike Patton entrar em palco de fato, de óculos escuros e bengala coxeando e calmamente abrindo quase duas horas de boa música ao som de Reunited: melhor música para abrir o concerto não tenho em mente.
O público participou e a banda alinhou e gozou da euforia que em nós despertava! Ouvidos e cantados: Land of Sunshine, Caffeine, Evidence, com I didn’t feel a thing transformada em Eu não senti nada, Last Cup of Sorrow, Ashes to Ashes, Midlife Crisis, Epic, Be Agressive, Stripsearch, Ugly in the Morning, os conhecídissimos I Started a Joke e Easy e a terminar o concerto We Care a Lot em explosão! Por último, mas não em último, tenho de referir a minha música preferida de entre todas: Just a Man! Foi a minha vez de erguer as mãos abertas ao céu e agradecer a Faith No More. Algumas músicas escapam-me, tenho a certeza, mas o concerto ainda não saiu da minha cabeça até este momento em que escrevo, aliás é por isso que escrevo.
De todas as coisas más que aconteceram, de tudo o que agonia, enoja e enraivece, a música e a inconsequente e maravilhosa insanidade de Mike Patton lavaram a minha alma e fizeram-me sentir mais eu, mais feliz por eu ser quem sou, não ter mudado e não querer mudar quem sou.
De todas as coisas más que aconteceram, de tudo o que agonia, enoja e enraivece, a música e a inconsequente e maravilhosa insanidade de Mike Patton lavaram a minha alma e fizeram-me sentir mais eu, mais feliz por eu ser quem sou, não ter mudado e não querer mudar quem sou.
Obrigada, my sweet hearts!
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